Telekinesis Again?

Um post desabafo sobre adaptações/remakes que nasceu depois de ver o novo Teaser do Remake de Carrie

O Caçador de Álbuns

Eu penso assim: Se eu for para a Inglaterra e alguém me perguntar se eu prefiro ver a Abadia de Westminster ou Abbey Road, eu escolheria Abbey Road

Tin Man - Uma Outra Estrada de Tijolos Amarelos

Que tal uma série que teve três episódios (!) e trouxe a linda da Zooey Deschanel como protagonista? Estou falando de Tin Man, uma releitura moderna dos incríveis contos d’O Mágico de Oz...

Port of Morrow do The Shins e sua psicodelia rock folk indie alternativo

James Mercer conseguiu captar o mais belo de sua essência e nos presenciou com essa obra folk indie alternativa para guardarmos na estante ao lado dos grandes discos de todos os tempos.

Um Indie na Erótica DDK

Imagina um rapaz que só ouve Indie rock, Folk e MPB. Imagina que ele não vai a uma “balada” a uns 3 anos. Sua vida se resume a shows, cinemas e livros. Agora que tal pegar esse rapaz e colocar em uma das festas undergrounds mais famosas do Brasil?

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Tin Man - Uma Outra Estrada de Tijolos Amarelos

Uma outra estrada de tijolos amarelos - Tin Man

E o blog volta do Hiato para falar de uma série que teve três episódios (!) e trouxe a linda da Zooey Deschanel como protagonista. Estou falando de Tin Man, uma releitura moderna dos incríveis contos d’O Mágico de Oz, responsável pela maior audiência do canal Sci fi.

Preciso confessar que a série estava na minha “lista para ver” desde 2009, mas por alguns problemas com a Locadora da Baía dos Piratas (Os dvds que pegava sempre travavam ou nunca encontrava legenda sincronizada) fui deixando para lá. Porém, finalmente tomei vergonha na cara e achei uma versão decente. Uma coisa interessante sobre a série / filme pra tv / mini série é o formato, algo que não estamos acostumados no Brasil. São 3 episódios de 1h30 cada um., totalizando 4h30 de produção. Esse formato intermediário entre Série e Filme possibilita que a história seja produzida de forma ideal, sem haver necessidade de esticar a história para virar um seriado "comum" e nem correr para caber em um filme.


O conceito me remeteu bastante a uma das mais aclamadas séries do ano passado, Once Upon a Time. Essa ideia de brincar com fábulas consagradas através de uma releitura moderna mais dinâmica e atual... Dá para visualizar outras tantas histórias que dariam ótimas séries. Mas vamos deixar de rodeios e falar logo sobre a série!

Na história, DG (vivida pela linda da Zooey Deschanel, precisa de mais algum motivo para ir ver?) é levada por um tornado de sua vida pacata para um lugar conhecido como Outer Zone (ou O.Z.), que é ameaçado pela feiticeira Azkadellia (Kathleen Robertson). Ela precisa ir atrás de um ser conhecido por Mystic Man (Richard Dreyfuss) para encontrar respostas de porque foi parar em OZ. Então, DG acaba por reunir os piores heróis possíveis, Cain (Neal McDonough) - um policial sem sentido para amar, por causa da morte de sua família, Glitch (Alan Cumming) - um cientista que perdeu metade do cérebro, e Raw (Raoul Trujillo) – uma criatura bestial em busca de sua coragem.


Li muita gente reclamando dos efeitos especiais, mas aí temos que lembrar que é um filme para tv, 4h30 de duração, o que deve fazer o retorno financeiro ser baixíssimo; e com certeza o orçamento também foi baixo. Comparando com qualquer filme de fantasia lançado no mesmo ano, concordo que Tin Man deixa a desejar em Efeitos Especiais, porém esperava algo muito pior do que eu vi. Há um exagero no uso do Chroma Key, ok, mas os efeitos estão melhores do que séries como Primeval ou a badalada Terra Nova (que são mais atuais). E é essa comparação que deve ser feita, não podemos esquecer que é uma produção para tv.

Ouvi muita gente reclamando, também, da sua duração, "ser longo demais". Se você encarar como um filme, você achará longo, porém é necessário ter uma visão de que isso é um seriado. Não é necessário ver os três episódios de uma vez só, até aconselho ver um por dia ou um por semana.


Agora falando da parte positiva da série, as atuações são excelentes, principalmente a da nossa linda Zoey, mas o ponto chave desse longa é o roteiro e a forma que reescrevem o clássico Mágico de Oz, as referências trazidas ao longo da mini série  são muito bem boladas. Vale a pena dar uma chance a essa outra estrada de tijolos amarelos.

Isso não tem nada haver com o longa, mas ainda estou assustado com essa imagem que achei quando pesquisava sobre Tin Man... Porque?! Alguém me explique porque?!

Saturday Night Live: Domingo, Gravado, no Brasil


Nessa quinta-feira saiu a notícia de que o humorista Rafael Bastos (aquele que comeria o bebê) seria o apresentador e produtor da versão brasileira do programa de sucesso americano, que vai ser apresentado aos domingos (?).

É perfeitamente fácil de se entender essa bizarrice de um programa que se chama sábado ser apresentado em um domingo, já que o programa Pânico na TV trocou de emissora e ganhou o horário de domingo na rede Bandeirantes. E completamente assustados com a baixa, correram para colocar alguém influente (no caso, a pessoa mais influente do twitter no mundo todozZzzZz) no horário deixado pelo antigo programa para tentar recuperar a popularidade do canal (que convenhamos, já não é lá essas coisas, e o programa Pânico era o que dava vida ao canal).


Pelo que pude ver, o "Saturday Night Live BR" vai seguir o formato americano, mas as piadas e os quadros vão ser tipicamente brasileiros. Rafael Bastos disse em entrevista que existe espaço para vários tipo de humor na televisão brasileira: "Existe o Zorra [Total]. A Praça [é nossa] que são ótimos, mas são voltados para o povão. Sem muita referência. Onde as piadas são sobre o cara gordo, o bêbado, a mulher do ônibus. Acredito que existe espaço para outro tipo de humor, e é o que estamos procurando."

Ok, Rafael Bastos, então você irá fazer humor com escritores e filósofos brasileiros famosos?
É duro, mas é a pura verdade. Nos EUA, é comum nos programas de humor e standup as piadas serem sobre políticos, escritores, cineastas, cantores famosos, filmes antigos, atores famosos. Agora imagine um show de standup brasileiro com piadas assim:

"Qual o charuto preferido do Machado de Assis? É o Bras Cubas."


É comprovado que grande parte do público da tv aberta (atualmente até o público da tv fechada) não tem muito conhecimento sobre assuntos de teor um pouco mais intelectual, e isso é provado nas comédias nacionais, onde as piadas são batidas e mastigadas para o público não precisar pensar, e assim, rir exatamente na hora. O humorista já disse que irá fazer quadros de humor satirizando o famoso programa da Sonia Abrão (nossa! Eu não perco isso por nada. Até porque nunca, nem mesmo a Dani Calabresa fez isso pela MTV). Rafael Bastos disse que pretende reunir cerca de 20 comediantes (provavelmente iremos ver vários nomes que foram demitidos da MTV) para fazer parte do elenco do programa, mas deixou claro que não quer pessoas famosas, e sim pessoas talentosas (então não iremos ver vários nomes que foram demitidos da MTV) em seu programa. Outro fato curioso é que o programa será apresentado só pelo Rafael Bastos, e como sabemos, a versão original tem um apresentador [famoso] diferente a cada semana.



Os humoristas brasileiros já possuem fama de estragarem ótimos programas americanos (o melhor exemplo é a versão ruim do extremamente engraçado "Roast", que por aqui é\era (?) chamado de fritada, onde os grandes comediantes brasileiros faziam piada sobre o cara ser estrábico, ser magro, ser gordo, ou ser pouco famoso.


Outro exemplo de 'como estragar um formato de programa americano' é o "Talk Show B" apresentado por Danilo Gentili com seu monólogo de abertura fraco, piadas batidas, e seus convidados (que em sua maioria é de sub-celebridades, e cantores já esquecidos do público).

Talvez o programa consiga certa popularidade através da legião de fãs beatlemanícanos que o Rafael Bastos possui. Uma vez que qualquer coisa que esse sujeito posta ou fala ganha status de 'a coisa mais engraçada de todos os tempos'. Mas querendo ou não, o que teremos é uma briga pela audiência noturna do domingo. Esses mesmos fãs gritam aos quatros cantos das redes sociais o quão foda é Rafael Bastos por ter chamado em rede nacional uma apresentadora de cadela e agora ser contratado pelo marido da mesma.


O programa deve gerar curiosidade, mas não troco nenhum monólogo de abertura do Letterman por nenhum brasileiro, aliás, nem preciso ir tão alto e citar Letterman: Jerry [Seinfeld], Larry [David], Chelsea [Handler] e até mesmo a Joan Rivers com seu Fashion Police me fazem morrer de rir e não sentir vontade de assistir essa versão abrasileirada do SATURDAY Night Live (que não vai ser ao vivo, diga-se de passagem) aos DOMINGOS

Será que teremos House no Brasil?

NOME

Depois de 8 anos sendo o médico mais famoso do mundo, foi anunciado o fim da série (27 de maio), notícia que deixou muitos tristes. Contudo, os fãs brasileiros poderão ter uma boa notícia: uma turnê pela América do Sul (Chile e Argentina por enquanto) que pode parar em terras brasileiras!


Tudo bem, tudo bem... não é o House, e sim o ator Hugh Laurie, mas em nossos corações ele sempre será o nosso médico favorito! Ele vem com a turnê do seu primeiro álbum de estúdio, Let Them Talk, lançado ano passado, e foi o mais vendido em sua categoria (blues). O álbum conta com colaborações de artistas bem conhecidos, como Tom Jones, Irma Thomas e Dr. John, e chegou à segunda posição nas paradas britânicas.


Sua turnê por terras latinas começa no dia 8 de junho, no Luna Parka na Argentina e continua no dia 12 em Santiago no Chile.

Agora é só esperar o boato virar realidade.